Espaços Comerciais: Arquitetura e Cidade

Objetivos:

Esta disciplina tem como objetivo geral introduzir uma discussão sistematizada da arquitetura dos espaços de comércio e serviços (arquitetura de negócios) e sua inserção urbana que permita o aprofundamento de conceitos e o desenvolvimento de projetos de qualidade, cujas pesquisas e estudos tem sido negligenciados pela academia. Neste percurso pretende-se analisar: •O conceito de troca, comércio e consumo que envolve o setor de comércio e serviços •O conceito e significado da arquitetura de negócios; •Os fatores locacionais no tempo e seu significado no contexto atual; •Projeto Arquitetônico e gestão do negócio •A arquitetura comercial e de serviços no tempo, destacando suas principais tipologias e o contexto sócio–cultural de origem, as idéias sobre a arquitetura e o mercado imobiliário e os principais arquitetos envolvidos •A Arquitetura como veiculação da imagem do seu próprio negócio •Elaboração de projeto de espaço comercial: intervenção arquitetônica e urbanística

Justificativa:

Esta disciplina vem preencher uma lacuna no ensino de Projeto de Arquitetura que não tem se debruçado ao estudo da arquitetura comercial, ou seja, daquela arquitetura que abriga as atividades de comércio e serviços. A presença da troca como o princípio das relações humanas; a relação de origem entre comércio e cidade; a contemporaneidade do tema; e, o bom projeto de arquitetura comercial como premissa fundamental para a qualidade de vida urbana, justificam plenamente a disciplina

Conteúdo:

Projetar espaços comerciais de qualidade pressupões o conhecimento da lógica de funcionamento do comércio que extremamente dinâmico adapta-se e induz a transformações no contexto urbano. Para tanto, uma retrospectiva sobre os diversos formatos varejistas através do tempo contribui significativamente para a elaboração de espaços comerciais de qualidade. A compreensão dos espaços comerciais exige, portanto: análise dos projetos no contexto sócio-cultural e ideológico do seu surgimento; as razões de desenvolvimento e declínio do formato; sua inserção urbana definida por sua condição de espaço público/privado; sua capacidade de criar localizações; sua função como lugar de distribuição ou como produto a ser comercializado pelo mercado imobiliário; a concepção e gestão do projeto/empreendimento; o papel do arquiteto; a relação do usuário seja com o comerciante ou com a mercadoria; a flexibilidade; as técnicas construtivas e a tecnologia dos materiais; o programa e projeto. Serão apresentados e discutidos exemplos de:arquitetura dos espaços de abastecimento e troca. O lugar do mercado. Como tipologias são apresentados: o nascimento da loja; as praças da antiguidade (ágora, fórum); as praças medievais de mercado, e o bazaar culminando com os edifícios de mercado; a Arquitetura dos espaços de consumo no século XIX. Dois são os formatos mais significativos neste momento, para burguesia em crescimento e para o luxo: os Grands Magasins e as Galerias e Arcadas Comerciais; a Arquitetura dos espaços de divulgação e distribuição dos produtos industriais tendo como formatos representativos do período: os centros de exposição, da loja às grandes lojas de departamentos, super e hipermercados. A escala industrial também será rebatida na produção de edificações voltadas para atender a um mercado crescente, passando a arquitetura a ser vista como comodity, ou seja, feita para ser comercializada. Os edifícios comerciais de base imobiliária (edifício de planta livre, edifícios de uso misto, shopping centers), apresentam-se como os formatos mais característicos desta fase que se prolongam até a atualidade; a Arquitetura dos espaços de consumo no século XX A Arquitetura é assumida como elemento de reforço da marca e como palco de experiências sensoriais. Ou seja, os espaços devem possibilitar experiências, reunindo as compras, o lazer e o consumo do lugar. Tem como formatos representativos do período: Arquitetura corporativa, as lojas de marca, os museus, centros de entretenimento e os lyfestyle shopping centers Neste processo será discutido o conceito de arquitetura negócios e a relação cliente-patrão que aparece diferenciada no escopo dos espaços comerciais. A ciência do varejo também será objeto de discussão incluindo: o conhecimento das categorias de atividades de comércio e serviços , sua estrutura e domínio, a relação consumidor/fornecedor; os produtos e as técnicas de venda; tipos de compra e suas necessidades espaciais; aspectos locacionais; marca e identidade. Serão selecionados projetos paradigmáticos de cada momento para serem estudados e apresentados pelos alunos em seminários. Como finalização do curso deverá ser elaborado um projeto de espaço comercial, seja ele novo ou a reformulação de espaços deprimidos.

Forma de Avaliação:

A avaliação sobre os conhecimentos apropriados e produzidos será realizada através dos seminários e do trabalho final do curso realizado. Este trabalho constitu

Observação:

Bibliografia:

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