História da Arquitetura e da Cidade: Teoria e Método

Objetivos:

• Aproximar os alunos da área História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo da pós-graduação da FAUUSP de uma bibliografia teórico-metodológica da história e das ciências sociais, de modo a dar suporte às suas pesquisas. • Problematizar a pesquisa em História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo em suas múltiplas vertentes e abordagens a partir das investigações realizadas pelos alunos. • Desnaturalizar conceitos e esclarecer como podem se dar os recortes e aportes teóricos-metodológicos em diálogo com os objetos de estudo concernentes às pesquisas na área. • Discutir o uso de fontes históricas apresentadas ao longo do curso, nos seminários e nas pesquisas discentes, relacionando de modo dialético problemas históricos e documentos.

Justificativa:

Conteúdo:

Introdução a distintas abordagens conceituais com vistas a fornecer um arcabouço teórico-metodológico aos alunos com pesquisas na área de concentração em História e Fundamentos em Arquitetura e Urbanismo, atentando para as relações entre problemas historiográficos, fontes documentais e referências bibliográficas.

Forma de Avaliação:

Observação:

A perspectiva de desenvolvimento da disciplina deve objetivar a realização de trabalhos cujos temas operem a partir de reflexões e relações entre problemáticas históricas, fontes documentais e referências bibliográficas. A intenção da avaliação é trabalhar a partir de seminários em grupo e posteriormente, formular uma monografia individual em que o aluno busque relacionar o seu objeto com as discussões e textos do curso.

Bibliografia:

MÓDULO 1 – FAZER HISTÓRIA
Neste primeiro módulo, a intenção é recorrer a autores e abordagens diversas que mais comumente informam as pesquisas, discutindo suas perspectivas particulares, seus rendimentos e limites para a história da arquitetura e da cidade.
Propõe-se a leitura de alguns textos fundamentais do ponto de vista teórico-metodológico, bem como a sua discussão apoiada em comentadores.

Bibliografia básica:
BOUTIER, Jean; JULIA, Dominique. Introdução: Em que pensam os historiadores?. In: Passados recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro: Edufrj/FGV, 1998. p. 21-61.
BURKE, Peter. Abertura: A nova história, seu passado e seu futuro. In: A escrita da história. Novas perspectivas. Trad. Magda Lopes. São Paulo: Edunesp, 1992.

a) Tempo e história
Texto base: BRAUDEL, F. “História e Ciências Sociais: a Longa Duração” [1958]. In: NOVAIS, F. e SILVA, R. (Orgs.). Nova História em perspectiva. São Paulo: Cosac & Naify, 2011, p. 87-127.
Textos de apoio: NOVAIS, F. e SILVA, R. Introdução. In: NOVAIS, F. e SILVA, R. (Orgs.). Nova História em perspectiva. São Paulo: Cosac & Naify, 2011, p. 7-70. CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense, 1982.

b) Jogos de escala e história
Texto base: LEPETIT, B. “Arquitetura, Geografia, História: Usos da Escala”. In: SALGUEIRO, H. (Org.). Por uma nova História Urbana. Bernard Lepetit. São Paulo: EDUSP, 2001, pp. 191-226.
Textos de apoio: REVEL, Jacques (Org.). Jogos de Escala: a experiência da microanálise. Tradução Dora Rocha. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1998.
GINZBURG, Carlo. De Warburg a Gombrich: notas sobre um problema de método e Sinais: raízes de um paradigma indiciário. In: Mitos, emblemas e sinais. São Paulo: Cia das Letras, 2014, pp. 41-95 e pp. 143-180.

c) Classe, cultura e sociedade
Textos base: THOMPSON, E. P., “Prefácio”. In: A formação da classe operária inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, pp. 9-14.
WILLIAMS, Raymond, “Com vistas a uma sociologia da cultura”. In: Cultura. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000, pp. 9-32.
Textos de apoio: CEVASCO, M. Elisa. “Um plano de trabalho: Culture is Ordinary”. In: Para ler Raymond Williams, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001, pp. 43-70.
THOMPSON, E. P. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao pensamento de Althusser. Trad. Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

d) Experiência e modernidade
Texto base: BENJAMIN, W. Experiência e pobreza. In: Magia e técnica, arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. Walter Benjamin – Obras escolhidas. Vol. 1. Prefácio de Jeanne Marie Gagnebin. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 114-119.
Texto de apoio: GANEGBIN, J. M., História e narração em Walter Benjamim. São Paulo: Perspectiva, 1999.

e) Discursos e poder
Texto base: FOUCAULT, Michel, “A prosa do mundo”. In: As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes: 2000, pp. 23-62.
Texto de apoio: O’BRIEN, Patrícia. “A história da cultura de Michel Foucault”. In: HUNT, Lynn. A nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

f) Práticas e representações
Texto base: CHARTIER, Roger. Introdução. Por uma sociologia histórica das
práticas culturais. In: A História Cultural entre práticas e representações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1990, p. 13-28.
Textos de apoio: PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História Cultural. 1. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
VAINFAS, R. História das mentalidades e história cultural. In: CARDOSO, C.F.; VAINFAS, R. (Orgs). Domínios da História. Rio de Janeiro: Campus, 1997, p. 127-162.

g) Memória e patrimônio
Texto base: MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. A História, cativa da memória? Para um mapeamento da memória no campo das Ciências Sociais. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n.34, p. 09-23, 1992.
Textos de apoio: HALBWACHS, Maurice, “Memória coletiva e memória histórica”. In: A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2021, pp. 71-112.
RICOEUR, Paul. “Introdução”. In: A memória, a história, o esquecimento. Campinas, Ed. Unicap, 2010.
GANEGBIN, J. M. “Memória, história, testemunho”. In: Lembrar, escrever, esquecer. São Paulo: Ed. 34, 2006, pp.49-58.

h) Redes e campo profissional
Texto base: BOURDIEU, Pierre, “Campo do poder, campo intelectual e habitus de classe”. In: A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Ed. Persectiva, 1974.
Textos de apoio: BOURDIEU, Pierre, “Sobre o poder simbólico” e “Espaço social e gênese das ‘classes”. In: O poder simbólico. Lisboa: Difel, 1989, pp. 7-15 e 133-161;
LORIGA, Sabine, A biografia como problema. In: REVEL, J. Jogos de escalas. Rio de janeiro: Ed. FGV, 1998, pp. 225-249.

i) Circulação de ideias
Texto base: GINZBURG, Carlo. Nenhuma ilha é uma ilha – quatro visões da literatura inglesa. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Texto de apoio: PEIXOTO, Fernanda Arêas. O nativo e o narrativo. Novos Estudos Cebrap. São Paulo, n. 33, jul. 1992, pp. 187-198.

j) Transnacionalidade e transculturação
Textos base: BAYLY, C. A. et.alli. AHR Conversation: On Transnational History. The American Historical Review. Washington: AHA, n. 111, n. 5, pp. 1441-1464, dec. 2006.
RAMA, Angel. Os processos de transculturação na narrativa latino-americana. In: AGUIAR, Flávio e GUARDINIT, Sandra (Orgs). Angel Rama. São Paulo: Edusp, 2001: pp. 209-38.
Texto de apoio: VERDERY, Katherine. “Para onde vão a “nação” e o “nacionalismo”?” In: BALAKRISHNAN, Gopal. Um mapa da questão nacional. Rio de Janeiro: Contraponto, 2000, pp. 239-247.

k) Clientes e encomendas
Texto base: BAXANDALL, Michael. “As condições do mercado”. In: O olhar renascente: pintura e experiência social na Itália da Renascença. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991, pp. 11-35.
Textos de apoio: BAXANDALL, Michael. Padrões de intenção, a explicação histórica dos quadros. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
BOURDIEU, Pierre. “O mercado dos bens simbólicos”. In: Economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2007, pp. 99-181.

MÓDULO 2 – PENSAR AS FONTES
Neste segundo módulo, a intenção é privilegiar a discussão das fontes e dos acervos documentais, problematizando os diversos materiais. Por meio de trabalhos que se apoiem em cada uma das fontes sugeridas – mas também de acordo com as pesquisas dos alunos – buscar trabalhos e pesquisadores que possam trazer contribuições à discussão. Se as novas abordagens foram objeto no primeiro módulo, trata-se aqui da discussão dos novos objetos e das novas fontes, para usar o título da famosa coletânea que inspira esse curso. Pretende-se contar com pesquisadores convidados para debater seus trabalhos bem como as pesquisas dos alunos cujas abordagens forem concordantes.

Bibliografa básica:
PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2008.
LUCA, Tânia Regia de; PINSKY, Carla B. (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009.

a) Fontes visuais
Texto base: MENESES, Ulpiano Bezerra de, Fontes visuais, cultura visual, História visual. Balanço provisório, propostas cautelares. Revista Brasileira de História, vol. 23, nº 45, jul. 2003, p. 11-36.

b) Cartografia
Texto base: BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. Decifrando mapas: sobre o conceito de território e suas vinculações com a cartografia. Anais do Museu Paulista. São Paulo, v. 12, p. 193-234, 2004.

c) Planos e projetos
Texto base: SILVA, Joana Mello de Carvalho e. Projeto é documento: a experiência de pesquisa na coleção Jacques Pilon da Biblioteca da FAU-USP. Anais III ENANPARQ arquitetura, cidade e projeto: uma construção coletiva, 2014.

d) Periódicos
Texto base: LUCA, Tania Regina de. História dos, nos e por meio dos periódicos. In: PINSKY, Carla Bassanezi. (Org.). Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2008, v. 1, p. 111-153.

e) Literatura
Texto base: CASTRO, Ana Claudia S. Veiga de. Da cidade narrada à história da cidade: a literatura como fonte para a história urbana. Anais III ENANPARQ arquitetura, cidade e projeto: uma construção coletiva, 2014.

BIBLIOGRAFIA:
ARRUDA, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e cultura: São Paulo no meio do século XX. Bauru: EDUSC, 2001
BALAKRISHNAN, Gopal. Um mapa da questão nacional. Rio de Janeiro: Contraponto, 2000.
BAXANDALL, Michael. O olhar renascente: pintura e experiência social na Itália da Renascença. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
________. Padrões de intenção: a explicação histórica dos quadros. São Paulo : Companhia das Letras, 2006.
BAYLY, Christopher Alan; Beckert, Sven; Connelly, Matthew;
HOFMEYR, Isabel; KOZOL, Wendy; SEED, Patricia. Ahr Conversation:
On Transnational History. Disponível: http://ahr.oxfordjournals.org/content/111/5/1441.full.pdf+html. Acesso: 23 jan. 2015.
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. 3 v. São Paulo: Brasiliense, 1987.
BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1974.
________. O poder simbólico. Lisboa: Difel, 1989.
BOUTIER, Jean; JULIA, Dominique. Introdução: Em que pensam os historiadores?. In: _____. Passados recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro: Edufrj/FGV, 1998. p. 21-61.
BRAUDEL, Fernand. História e ciências sociais. Editorial Presença Lisboa, 1990.
BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. Decifrando mapas: sobre o conceito de território e suas vinculações com a cartografia. Anais do Museu Paulista. São Paulo, v. 12, p. 193-234, 2004.
BURKE, Peter. A Escola dos Annales: (1929 – 1989). A Revolução Francesa da Historiografia. São Paulo: Editora da UNESP, 2010.
BURKE, Peter (Org.). A escrita da história. Novas perspectivas. Trad. Magda Lopes. São Paulo: Edunesp, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo (Orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 1997.
CASTRO, Ana Claudia Veiga de. São Paulo de Menotti del Picchia: arquitetura, arte e cidade nas crônicas de um modernista. São Paulo: Alameda, 2008.
________. Da cidade narrada à história da cidade: a literatura como fonte para a história urbana. Anais III ENANPARQ arquitetura, cidade e projeto: uma construção coletiva, 2014.
CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense, 1982.
CEVASCO, Maria Elisa. Para ler Raymond Williams. São Paulo: Paz e Terra, 2001
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa: DIFEL, 2002.
CLARK, Timoty James. A pintura da vida moderna. São Paulo: Cia das Letras, 2004.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. São Paulo: Graal, 2012.
________. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes: 2000
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GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas e sinais. São Paulo: Cia das Letras, 2014.
________. Nenhuma ilha é uma ilha – quatro visões da literatura inglesa. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
GORELIK, Adrián. La grilla y el parque: espacio público y cultura urbana en Buenos Aires, 1887-1936. Buenos Aires: Universidad Nacional de Quilmes, 2010.
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EAGLETON, Terry. Marxisimo e crítica literária. São Paulo: Editora da Unesp, 2011.
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HARTOG, François, Regimes de historicidade: presentismo e experiências do tempo. São Paulo: Autentica, 2013.
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MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. A História, cativa da memória? Para um mapeamento da memória no campo das Ciências Sociais. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n.34, p. 09-23, 1992.
_________. A arte de pensar o patrimônio cultural . Memória, São Paulo, v. 13, p. 13-19, 1991.
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NOVAIS, Fernando A. e SILVA, Rogerio Forastieri da (Orgs.). v. 1 e 2. Nova história em perspectiva. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
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PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2008.
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REVEL, Jacques. Jogos de escalas: a experiência da microanálise. Rio de Janeiro: FGV, 1996.
SALGUEIRO, Heliana. Cidades capitais do século XIX: racionalidade, cosmopolitismo e transferência de modelos. São Paulo : Edusp, 2001.
SARLO, Beatriz. Modernidade periférica: Buenos Aires 1920 e 1930. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
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SCHORKSE, Carl. Pensando com a História. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. São Paulo: Duas Cidades: Editora 34, 2012.
SILVA, Joana Mello de Carvalho e. O arquiteto e a produção da cidade : a experiência de Jacques Pilon, 1930-1960. São Paulo: Annablume: FAPESP, 2010.
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SVECENKO, Nicolau. Orfeu extático na metrópole. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
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