Metodologia e Prática da Reabilitação Urbanística e Arquitetônica

Objetivos:

A disciplina tem por objetivo o estudo da preservação de bens culturais, por intermédio da análise dos critérios teóricos e técnico-operacionais, no passado e no presente, em diferentes países que organizam a salvaguarda de seus bens culturais, identificando as principais correntes do pensamento aplicadas à matéria e analisando alguns casos concretos de restauração. A disciplina aborda, pois, problemas de restauração de bens culturais, que é um campo disciplinar autônomo, com seus métodos e referenciais téorico-metodológicos e suas implicações na prática de intervenções.

Justificativa:

A preservação do patrimônio arquitetônico é central para a reflexão sobre a arquitetura e para a própria atividade do arquiteto na atualidade. Tal fato é decorrente também da significativa ampliação daquilo que é considerado objeto de interesse para a preservação, que passou do monumento isolado para grandes conjuntos arquitetônicos e também a paisagem, abrangendo bens cada vez mais variados de um passado cada vez mais próximo. As questões relativas à preservação evidenciam a necessidade de se estudar e analisar a produção arquitetônica para se perceber as bases conceituais e as razões que motivam a preservação de bens culturais e do meio ambiente. A própria formação do arquiteto não pode hoje ser tida como adequada se ele não dominar a história e a crítica das ações de preservação, sendo necessária uma sólida formação para poder entender os aspectos figurativos, documentais e materiais de uma obra, de um conjunto de obras e, mesmo, da paisagem, uma vez que sua atividade profissional, mesmo quando voltada para o projeto de novos edifícios, deverá necessariamente relacionar-se com construções existentes e com uma paisagem estratificada.

Conteúdo:

Serão analisadas as principais formulações teóricas da preservação, aprofundando as questões conceituais relacionadas à restauração, inserindo-as no contexto atual das discussões sobre preservação e no quadro das transformações históricas por que passaram as teorias de restauro. Serão abordados problemas pertinentes ao patrimônio arquitetônico em relação aos atuais princípios da restauração, de modo a retomar preceitos basilares e elaborar uma releitura crítica para evidenciar sua aplicabilidade às circunstâncias atuais. – Restauração na atualidade: algumas questões – A França no final do século XVIII e no século XIX: transformações após a revolução; a criação do cargo de Inspetor Geral dos Monumentos Históricos; a Comissão dos Monumentos Históricos; As idéias de Viollet-le-Duc e a sua repercussão. – Inglaterra final do século XVIII, início do XIX; as idéias de John Ruskin e William Morris. O Movimento anti-restauração. – Itália no século XIX e início do século XX. O “restauro filológico” de Camillo Boito e Gustavo Giovannoni. A Carta de Restauração de Atenas. – O contexto vienense. O pensamento de Alois Riegl e Max Dvorak – A Experiência brasileira: as primeiras iniciativas. A criação da Diretoria dos Monumentos Históricos. A consolidação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O inventário do Patrimônio Histórico e Artístico. Os juízos de valor. – A legislação brasileira. A restauração do patrimônio arquitetônico brasileiro. As idéias de Mário de Andrade, Lúcio Costa e Rodrigo Mello Franco de Andrade. – A Teoria de Cesare Brandi – O “restauro crítico” – A Carta de Veneza – O problema urbanístico no Brasil. A criação do Programa de Cidades Históricas. Os órgãos estaduais e municipais de defesa do patrimônio cultural. – A restauração da arquitetura moderna – Problemas recentes e critérios contemporâneos de restauro

Forma de Avaliação:

Visando o necessário aprofundamento e assimilação dos temas apresentados e discutidos em aula, os trabalhos a serem desenvolvidos pelos estudantes para a discip

Observação:

Dada a abrangência dos temas tratados pela disciplina, em algumas de suas versões o curso poderá ser centrado na discussão de problemas específicos (tais como preservação da arquitetura moderna, aspectos da teoria da restauração de Cesare Brandi etc.). Para tanto, serão organizados ciclos de conferências de forma concentrada (três a quatro dias seguidos), com a participação de professores convidados de outras instituições.

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