Tipografia: Design, História e Linguagem

Objetivos:

•Promover leituras críticas de livros e artigos sobre tipografia; •Proporcionar debates a respeito de tópicos avançados em tipografia e design visual; •Fornecer subsídios para a análise da tipografia no contexto do design e da arquitetura; •Apresentar bibliografia e métodos para a pesquisa sobre tipografia.

Justificativa:

A tipografia pode ser definida, de forma ampla, como o conjunto de práticas e processos envolvidos na criação e utilização de símbolos visíveis relacionados aos caracteres ortográficos (letras) e para-ortográficos (números, sinais de pontuação, etc.) de um sistema de escrita, independentemente do modo como foram criados (à mão livre ou por meios automatizados ou mecânicos) ou reproduzidos (impressos em papel, cortados em metal, gravados em um documento digital, etc.). Tais práticas e processos fazem parte do dia-a-dia dos designers gráficos, e também de muitos outros profissionais que se ocupam com a configuração visual da linguagem verbal. Aos artefatos gráficos produzidos por estes profissionais somam-se as letras escritas, desenhadas ou impressas presentes em mensagens visuais produzidas por cidadãos comuns. Com a popularização das tecnologias digitais, os modos de produção de letras e de textos se multiplicaram, assim como os modos de distribuição de fontes tipográficas e de artefatos com elas criados. Estamos, assim, imersos em um ambiente permeado de artefatos visuais contendo letras, números e sinais que competem por nossa atenção, colocando questões que demandam investigações mais aprofundadas no campo do design e da arquitetura. Dentro deste universo amplo, para efetuar a análise ou descrição de algum exemplar específico de mensagem visual contendo linguagem verbal, é necessário, antes de mais nada, levar em consideração os diferentes processos disponíveis para a obtenção dos caracteres ortográficos e para-ortográficos que configuram um sistema de escrita: os processos mecânicos ou automatizados que caracterizam a tipografia propriamente dita, e os processos manuais, baseados na configuração de estruturas ou contornos, característicos da caligrafia e do letreiramento. Muitas outras considerações podem ser feitas a partir deste ponto, indo do nível mais elementar, da letra ou do caractere, ao nível mais complexo dos textos agrupados em um volume. A análise sistemática da tipografia enquanto linguagem visível requer uma compreensão profunda dos aspectos formais, técnicos, históricos, cognitivos e culturais que envolvem a prática do design de tipos e do design com tipos, algo que esta disciplina busca oferecer.A tipografia pode ser definida, de forma ampla, como o conjunto de práticas e processos envolvidos na criação e utilização de símbolos visíveis relacionados aos caracteres ortográficos (letras) e para-ortográficos (números, sinais de pontuação, etc.) de um sistema de escrita, independentemente do modo como foram criados (à mão livre ou por meios automatizados ou mecânicos) ou reproduzidos (impressos em papel, cortados em metal, gravados em um documento digital, etc.). Tais práticas e processos fazem parte do dia-a-dia dos designers gráficos, e também de muitos outros profissionais que se ocupam com a configuração visual da linguagem verbal. Aos artefatos gráficos produzidos por estes profissionais somam-se as letras escritas, desenhadas ou impressas presentes em mensagens visuais produzidas por cidadãos comuns. Com a popularização das tecnologias digitais, os modos de produção de letras e de textos se multiplicaram, assim como os modos de distribuição de fontes tipográficas e de artefatos com elas criados. Estamos, assim, imersos em um ambiente permeado de artefatos visuais contendo letras, números e sinais que competem por nossa atenção, colocando questões que demandam investigações mais aprofundadas no campo do design e da arquitetura. Dentro deste universo amplo, para efetuar a análise ou descrição de algum exemplar específico de mensagem visual contendo linguagem verbal, é necessário, antes de mais nada, levar em consideração os diferentes processos disponíveis para a obtenção dos caracteres ortográficos e para-ortográficos que configuram um sistema de escrita: os processos mecânicos ou automatizados que caracterizam a tipografia propriamente dita, e os processos manuais, baseados na configuração de estruturas ou contornos, característicos da caligrafia e do letreiramento. Muitas outras considerações podem ser feitas a partir deste ponto, indo do nível mais elementar, da letra ou do caractere, ao nível mais complexo dos textos agrupados em um volume. A análise sistemática da tipografia enquanto linguagem visível requer uma compreensão profunda dos aspectos formais, técnicos, históricos, cognitivos e culturais que envolvem a prática do design de tipos e do design com tipos, algo que esta disciplina busca oferecer. A tipografia pode ser definida, de forma ampla, como o conjunto de práticas e processos envolvidos na criação e utilização de símbolos visíveis relacionados aos caracteres ortográficos (letras) e para-ortográficos (números, sinais de pontuação, etc.) de um sistema de escrita, independentemente do modo como foram criados (à mão livre ou por meios automatizados ou mecânicos) ou reproduzidos (impressos em papel, cortados em metal, gravados em um documento digital, etc.). Tais práticas e processos fazem parte do dia-a-dia dos designers gráficos, e também de muitos outros profissionais que se ocupam com a configuração visual da linguagem verbal. Aos artefatos gráficos produzidos por estes profissionais somam-se as letras escritas, desenhadas ou impressas presentes em mensagens visuais produzidas por cidadãos comuns. Com a popularização das tecnologias digitais, os modos de produção de letras e de textos se multiplicaram, assim como os modos de distribuição de fontes tipográficas e de artefatos com elas criados. Estamos, assim, imersos em um ambiente permeado de artefatos visuais contendo letras, números e sinais que competem por nossa atenção, colocando questões que demandam investigações mais aprofundadas no campo do design e da arquitetura. Dentro deste universo amplo, para efetuar a análise ou descrição de algum exemplar específico de mensagem visual contendo linguagem verbal, é necessário, antes de mais nada, levar em consideração os diferentes processos disponíveis para a obtenção dos caracteres ortográficos e para-ortográficos que configuram um sistema de escrita: os processos mecânicos ou automatizados que caracterizam a tipografia propriamente dita, e os processos manuais, baseados na configuração de estruturas ou contornos, característicos da caligrafia e do letreiramento. Muitas outras considerações podem ser feitas a partir deste ponto, indo do nível mais elementar, da letra ou do caractere, ao nível mais complexo dos textos agrupados em um volume. A análise sistemática da tipografia enquanto linguagem visível requer uma compreensão profunda dos aspectos formais, técnicos, históricos, cognitivos e culturais que envolvem a prática do design de tipos e do design com tipos, algo que esta disciplina busca oferecer.A tipografia pode ser definida, de forma ampla, como o conjunto de práticas e processos envolvidos na criação e utilização de símbolos visíveis relacionados aos caracteres ortográficos (letras) e para-ortográficos (números, sinais de pontuação, etc.) de um sistema de escrita, independentemente do modo como foram criados (à mão livre ou por meios automatizados ou mecânicos) ou reproduzidos (impressos em papel, cortados em metal, gravados em um documento digital, etc.). Tais práticas e processos fazem parte do dia-a-dia dos designers gráficos, e também de muitos outros profissionais que se ocupam com a configuração visual da linguagem verbal. Aos artefatos gráficos produzidos por estes profissionais somam-se as letras escritas, desenhadas ou impressas presentes em mensagens visuais produzidas por cidadãos comuns. Com a popularização das tecnologias digitais, os modos de produção de letras e de textos se multiplicaram, assim como os modos de distribuição de fontes tipográficas e de artefatos com elas criados. Estamos, assim, imersos em um ambiente permeado de artefatos visuais contendo letras, números e sinais que competem por nossa atenção, colocando questões que demandam investigações mais aprofundadas no campo do design e da arquitetura. Dentro deste universo amplo, para efetuar a análise ou descrição de algum exemplar específico de mensagem visual contendo linguagem verbal, é necessário, antes de mais nada, levar em consideração os diferentes processos disponíveis para a obtenção dos caracteres ortográficos e para-ortográficos que configuram um sistema de escrita: os processos mecânicos ou automatizados que caracterizam a tipografia propriamente dita, e os processos manuais, baseados na configuração de estruturas ou contornos, característicos da caligrafia e do letreiramento. Muitas outras considerações podem ser feitas a partir deste ponto, indo do nível mais elementar, da letra ou do caractere, ao nível mais complexo dos textos agrupados em um volume. A análise sistemática da tipografia enquanto linguagem visível requer uma compreensão profunda dos aspectos formais, técnicos, históricos, cognitivos e culturais que envolvem a prática do design de tipos e do design com tipos, algo que esta disciplina busca oferecer.

Conteúdo:

A tipografia pode ser definida, de forma ampla, como o conjunto de práticas e processos envolvidos na criação e utilização de símbolos visíveis relacionados aos caracteres ortográficos (letras) e para-ortográficos (números, sinais de pontuação, etc.) de um sistema de escrita, independentemente do modo como foram criados (à mão livre ou por meios automatizados ou mecânicos) ou reproduzidos (impressos em papel, cortados em metal, gravados em um documento digital, etc.). Tais práticas e processos fazem parte do dia-a-dia dos designers gráficos, e também de muitos outros profissionais que se ocupam com a configuração visual da linguagem verbal. Aos artefatos gráficos produzidos por estes profissionais somam-se as letras escritas, desenhadas ou impressas presentes em mensagens visuais produzidas por cidadãos comuns. Com a popularização das tecnologias digitais, os modos de produção de letras e de textos se multiplicaram, assim como os modos de distribuição de fontes tipográficas e de artefatos com elas criados. Estamos, assim, imersos em um ambiente permeado de artefatos visuais contendo letras, números e sinais que competem por nossa atenção, colocando questões que demandam investigações mais aprofundadas no campo do design e da arquitetura. Dentro deste universo amplo, para efetuar a análise ou descrição de algum exemplar específico de mensagem visual contendo linguagem verbal, é necessário, antes de mais nada, levar em consideração os diferentes processos disponíveis para a obtenção dos caracteres ortográficos e para-ortográficos que configuram um sistema de escrita: os processos mecânicos ou automatizados que caracterizam a tipografia propriamente dita, e os processos manuais, baseados na configuração de estruturas ou contornos, característicos da caligrafia e do letreiramento. Muitas outras considerações podem ser feitas a partir deste ponto, indo do nível mais elementar, da letra ou do caractere, ao nível mais complexo dos textos agrupados em um volume. A análise sistemática da tipografia enquanto linguagem visível requer uma compreensão profunda dos aspectos formais, técnicos, históricos, cognitivos e culturais que envolvem a prática do design de tipos e do design com tipos, algo que esta disciplina busca oferecer.

Forma de Avaliação:

Observação:

A avaliação levará em conta o desempenho do aluno em relação a: Leitura e discussão dos textos recomendados; Participação em seminários e outras atividades propostas; Produção de textos acadêmicos. A grande maioria dos textos com leitura recomendada para este curso encontra-se apenas em inglês. Espera-se, portanto, que os alunos matriculados tenham proficiência na leitura e compreensão de textos em língua inglesa.

Bibliografia:

BAINES, Phil & DIXON, Catherine 2003. Signs: lettering in the environment. London: Collins Design.
BAINES, Phil & HASLAM, Andrew 2002. Type & typography. New York: Watson-Guptill.
BEIER, Sofie 2012. Reading letters: designing for legibility. Amsterdam: BIS.
BRINGHURST, Robert 2004. The solid form of language: an essay on writing and meaning. Kentville: Gaspereau Press.
CONSOLO, Cecilia (org.) 2013. Tipografía en Latinoamérica. São Paulo: Blucher.
ESTEVES, Ricardo 2010. O design brasileiro de tipo digitais: a configuração de um campo profissional. São Paulo: Blucher.
FINIZOLA, Fátima 2010. Tipografia vernacular urbana: uma análise dos letreiramentos populares. São Paulo: Blucher.
FARIAS, Priscila 1998. Tipografia digital: o impacto das novas tecnologias. Rio de Janeiro: 2AB.
GARONE GRAVIER, Marina 2011. La tipografía en México. Ensayos históricos (siglos XVI al XIX). Mexico: UNAM
GRAY, Nicolete 1986. A history of lettering: creative experiment and letter identity. Boston: David R. Godine.
HALLEWELL, Laurence 2005. O livro no Brasil: sua história. São Paulo: EDUSP.
KINROSS, Robin 2002. Unjustified texts: perspectives on typography. London: Hyphen Press.
McLEAN, Ruari (org.) 1995. Typographers on type. London: Lund Humphries.
NOORDZIJ, Gerrit 2005. The stroke: theory of writing. London: Hyphen.
RIZZINI, Carlos 1977. O jornalismo antes da tipografia. São Paulo: Companhia Editora Nacional.
SAMPSON, Geofrey 1996. Sistemas de escrita: tipologia, história e psicologia. São Paulo: Ática.
SESMA, Manuel & VERGUILLAS, Elena (eds.) 2012. Como crear tipografías: del boceto a La pantalla. Madrid: Tipo-e.
SMEIJERS, Fred 1996. Counterpunch: making type in the sixteenth century, designing typefaces now. London: Hyphen.

Bibliografia complementar:
BARTRAM, Alan 1975. Lettering in architecture. London: Lund Humphries.
BIERUT, Michael; DRENTTEL, William; HELLER, Steve & HOLLAND, DK (orgs.) 1997. Looking Closer 2: critical writings on graphic design. New York: Allworth.
BIERUT, Michael; HELFAND, Jessica; HELLER, Steve & POYNOR, Rick (orgs.) 1999. Looking Closer 3: critical writings on graphic design. New York: Allworth.
BRAGA, Marcos da Costa (org.) 2011. O papel social do design gráfico: história, conceitos & atuação profissional. São Paulo: Senac São Paulo.
BRINGHURST, Robert 1999. The elements of typographic style. Vancouver: Hartley & Marks.
BRINGHURST, Robert 2006. A forma sólida da linguagem. São Paulo: Rosari.
BURKE, Christopher 1998. Paul Renner: the art of typography. New York: Princeton Architectural.
BURNHILL, Peter 2003. Type spaces: in-house norms in the typography of Aldus Manutius. London: Hyphen Press.
CARTER, Harry & MOSLEY, James 2002. A view of early typography: up to about 1600. London: Hyphen Press.
CHENG, Karen 2005. Designing type. New Haven: Yale University.
FARIAS, Priscila & PIQUEIRA, Gustavo (orgs.) 2001. Fontes digitais brasileiras: de 1989 a 2001. São Paulo: Rosari.
GENOVESE, Alfredo 2006. Tratado de fileteado porteño. Buenos Aires: Ediciones Porteñas.
GLAUBER, Barbara (ed.) 1993. Lift and separate: graphic design and the ‘vernacular’. New York: The Cooper Union.
GRAY, Nicolete 1960. Lettering on buildings. New York: Reinhold.
GRAY, Nicolete 1970. Lettering as drawing: the moving line. London: Oxford University.
HELLER, Steven & MEGGS, Philip B. (orgs.) 2001. Texts on type: critical writings on typography. New York: Allworth.
HOOKER, J.T. et. Al. 1996. Lendo o passado: do cuneiforme ao alfabeto — a história da escrita antiga. São Paulo: Pioneira.
KINNEIR, Jock 1980. Words and buildings: the art and practice of public lettering. London: Architectural Press.
LAWSON, Alexander 1990. Anatomy of a typeface. Boston: David R. Godine.
LUPTON, Ellen & MILLER, J. Abbott 1996. Design writing research: writing on graphic design. London: Kiosk.
MARTINS, Wilson 2001. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. São Paulo: Ática.
McMURTRIE, Douglas C. 1997. O livro: impressão e fabrico. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
MEAVE, Gabriel Martinez (ed.) 2005. Ensayos sobre diseño, tipografía y lenguage. Buenos Aires: Nobuko.
MEGGS, Philip B. 1998. A history of graphic design. New York: Van Nostrand Reinhold.
MEGGS, Philip & McKELVEY, Roy (eds.) 2000. Revival of the fittest: digital versions of classic typefaces. New York: RC Publications.
MIDDENDORP, Jan 2004. Dutch type. Rotterdam: 010 Publishers.
OLSON, David & TORRANCE, Nancy (orgs.) 1995. Cultura, escrita e oralidade. São Paulo, Ática.
SPENCER, Herbert 2004. Pioneers of modern typography. Cambridge: MIT Press.
TSCHICHOLD, Jan 2007. Tipografia elementar. São Paulo: Altamira.
WEINGART, Wolfgang 2000. Typography. Baden: Lars Muller Publishers.

Código
Créditos
Área de Concentração