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Histórico

Prof. Dr. Silvio Melcer Dworecki
Rose Moraes

Conhecer e expressar, este binômio tem vida na ação de projetar. O desenho ocupa um lugar de potência em relação à Arquitetura, ao Urbanismo, ao Design e a todos os seus sub-territórios. Historicamente, os profissionais destas áreas não ficaram indiferentes ao surgimento da fotografia, do vídeo e mais recentemente das linguagens digitais. Estas foram levadas ao encontro do lápis. O presente artigo tem como tema a chegada destas linguagens à FAU-USP e como fortaleceram as atividades de ensinar, de divulgar os modos e resultados das pesquisas e de estender esta rede para um número cada vez mais crescente de cidadãos.

A fotografia está presente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo entre seus temas de ensino e pesquisa desde suas primeiras turmas. Nestor Goulart Reis Filho, ex-diretor desta escola, em depoimento para a comemoração dos 10 anos da exposição Amantes da Fotografia/2008 declara que: a pesquisa sobre arquitetura e urbanismo, com o uso da fotografia começou com a fundação da FAUUSP em 1948. Para estudar a formação do Brasil e sua arquitetura, alguns alunos fundaram dentro do GFAU o Centro de Estudos Folclóricos. O fundador foi A.C. Alves de Carvalho, já falecido. A entidade recebeu esse nome por ser uma das linhas de interesse dos alunos e da cultura popular, em especial a dos séculos coloniais e do século XIX. A importância desse tipo de trabalho ficou logo evidente, pois o único processo existente para o registro visual da arquitetura construída era o desenho de observação, em campo, processo lento e dispendioso, que exigia viagens prolongadas. O uso de fotografias revolucionou a pesquisa em nosso campo de trabalho. A documentação fotográfica iniciou-se pelas mãos de alunos que registravam monumentos históricos e outras edificações de interesse arquitetônico.

Nestor Goulart, em sua gestão entre 1972 e 1975, idealiza a criação de um Laboratório de Recursos Audiovisuais. Convida o arquiteto e fotógrafo Cristiano Mascaro para implantar e coordenar o novo laboratório. Mascaro aceita o convite e o desafio. Anos mais tarde, março de 2000, ele declara a Luiz Bargmann, para a pesquisa de sua dissertação de mestrado Produção Audiovisual na Universidade de São Paulo:

... em meados de 73 já tinha me formado e o Nestor que na época era o diretor, resolveu criar um laboratório de recursos audiovisuais, não só fotografia. Na época além de fotografia era som, gravar palestras, e audiovisual, aquele sistema de projeção simultânea, dois projetores de slides, uma projeção articulada. E eu fiquei entusiasmado com a idéia.

Eu fui com muito entusiasmo imaginando que seria uma coisa fácil, por que não? Na medida em que tinha um diretor poderoso no sentido de ser um cara realizador, cheio de idéias, politicamente fortalecido dentro da Universidade, um professor brilhante, então eu imaginava que não teria grandes problemas, o equipamento talvez fosse o grande problema por causa de verba, dinheiro. Mas tinha uma política toda de se comprar equipamento, a FAU já tinha as Hasselblads, tinha uma Linhof, que já eram mais do que suficientes e algumas em 35 mm que eu não me lembrava, mas não era o equipamento mais caro pra comprar e com o tempo a gente foi estruturando. A primeira coisa era fazer um organograma e um estudo da estrutura desse laboratório. Eu não tinha experiência nenhuma a não ser uma tremenda vontade de participar da criação, um desafio muito gostoso. A gente chegou a ponto, sem nenhum heroísmo, de calção e esguicho, lavava o laboratório porque no dia seguinte ia chegar o armário para equipamento, a gente estava pouco ligando para os tais desvios de função que depois eu descobri que era um terror.

De fato começamos a comprar equipamento. Percebemos que tinha que ter um laboratório dos alunos e um laboratório de produção e um setor de empréstimo. A gente começou a criar fisicamente o laboratório de forma que os alunos tivessem acesso facilmente. Um laboratório para os alunos trabalharem em revelação, ampliação; um setor de empréstimos onde tinha todo equipamento para o aluno poder retirar uma câmera fotográfica e projetor, etc. E um laboratório de produção que atenderia a duas coisas: uma era produzir material didático. O professor tem necessidade e essa é uma capacidade da fotografia, você não precisa levar os alunos pra mostrar o Parque do Ibirapuera, os projetos do Niemeyer, você pode fotografar, ou obras do outro lado do mundo você tira de livros, e assim cria um material didático da forma mais simples possível.

foto de Cândida Maria Vuolo
foto: Cândida Maria Vuolo

A gente sabia até pelo próprio nome do laboratório - recursos audiovisuais -, que o vídeo estava chegando e que a gente precisava ter o equipamento que seria extremamente útil, assim como a fotografia, o audiovisual, para obter e passar informações para os alunos. O vídeo não é minha área, vamos consultar alguém, talvez uma consultoria, qual o melhor equipamento, marca, tipo. Por sorte já estava estabelecido na época o Olhar Eletrônico, de alunos da FAU. Fui, na importadora da Sony, mas também não tinha muito que escolher. Daí que a gente listou todo o equipamento necessário, a ilha de edição, a câmera, não me lembro exatamente qual era porque isso deve ter sido em 83, tecnicamente me apoiei nesse pessoal que já sabia alguma coisa. Fui conversar também com o pessoal da TV Cultura.

E precisávamos montar uma equipe, mas era difícil porque tinha que pegar pessoas que não fossem do mercado, mas que tivessem vontade de trabalhar e logo que chegavam lá ou descobriam que lá podia ser uma moleza ou reclamavam do salário, essa era uma discussão diária. Não sei direito a ordem, mas o Carlo ficou lá um tempinho, depois o Penington, mas sempre um cara que era câmera, editor, tudo ao mesmo tempo, e daí quando o vídeo estava começando, e você já tinha essa experiência técnica e espírito de trabalhar em universidade, vocês começaram a fazer o acompanhamento da obra do MUBE.

O Laboratório de Recursos Audiovisuais - LRAV foi estruturado como um laboratório interdepartamental para atender a todos os professores e alunos da Faculdade em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, que envolvessem o uso de recursos audiovisuais. O fato de não estar vinculado exclusivamente a um só Departamento foi um fator positivo para o desenvolvimento do setor, pois a atividade passou a ser de interesse de toda a comunidade da FAU.

Em 1983, equipamentos de vídeo chegam à Faculdade adquiridos com verba do CNPq. Começa a se organizar a produção de vídeos junto aos alunos e professores. Neste início, com o apoio de professores do Departamento de Projeto, principalmente da área de Desenho Industrial e de Programação Visual, os professores Décio Pignatari, Lucrécia Ferrara, Haron Cohen, dois funcionários técnicos, Carlo Collet e René Liviano, implantam uma sistemática de trabalho voltada para o acesso dos alunos aos recursos do vídeo. A disciplina AUP-326 - Projeto de Sistemas de Programação Visual II propunha a utilização do vídeo como forma de apresentação dos trabalhos disciplinares. Os professores responsáveis por essa disciplina eram: Profa. Dra. Élide Monzéglio, Issao Minami, Haron Cohen e Vicente Gil Filho. Nesta época, de 1987 a 1988, houveram muitas produções de alunos. Com a saída de Carlo Collet, Luiz Bargmann é contratado pela FAU e passa a atuar no LRAV-VIDEO.

Em 1988 ocorre a saída de Cristiano Mascaro e de René Liviano. Luiz Bargmann, que tinha experiência na produção de vídeo em universidade, pois trabalhou na UNICAMP de 1983 a 1985, deu continuidade às atividades. Sem uma chefia, resolvendo questões diárias do laboratório, conseguiu o remanejamento de funcionários de outros setores que tinham interesses e afinidades com o audiovisual. Rose Moraes, que na época fazia graduação em Comunicação Social, foi remanejada da seção de pessoal e passou a ocupar um lugar no videoFAU. Vieram também Adriana Corazza que trabalhava no Departamento de História da Faculdade; Maria Clara Bueno, secretária do LRAV; Antonio Gonçalves da Silva, do Auditório da FAU e Ary Velloso, do Laboratório de Programação Gráfica - o LPG. Assim, com os profissionais que Bargmann conseguiu reunir, foi se formando uma equipe que aprendeu na prática a operação dos equipamentos e os procedimentos de produção. Passado um ano, o videoFAU tinha um grupo de seis técnicos.

Bargmann, em sua dissertação de mestrado, Produção Audiovisual na Universidade de São Paulo, maio de 2000, relata:

...a experiência de trabalho que consolidou a formação técnica da equipe de vídeo do Laboratório foi a realização da série de 11 documentários sobre o projeto e a construção do MUBE - Museu Brasileiro da Escultura, iniciada em 1989 e concluída em 1992. Essa documentação era uma solicitação da Prof.ª Dr.ª Sheila Walbe Ornstein, do Departamento de Tecnologia da Arquitetura da FAU, e tinha se iniciado como um trabalho de alunos em visita à área onde começava a construção do Museu. Dada à extensão do trabalho, registrar toda a obra em suas etapas, e para sistematizar as gravações, analisamos o processo construtivo, as técnicas que seriam empregadas e definimos uma estrutura temática conforme convinha às disciplinas do Departamento de Tecnologia da Faculdade. Nosso objetivo era produzir um material didático partindo da velha idéia de que "uma imagem vale mil palavras" e também, que, se não é viável levar os alunos a um canteiro de obras, vamos levar o canteiro à sala de aula. O trabalho começou apenas com os recursos disponíveis - equipamentos de gravação e edição, transporte da FAU e uma pequena verba obtida junto à FAPESP, pois tratava-se de uma atividade inserida na pesquisa que a Prof.ª Dr.ª Sheila Ornstein realizava sobre a execução daquele Museu.

Imagem: videofau
Imagens videofau

A situação de termos um longo trabalho a desenvolver, com gravações periódicas, da terraplanagem à execução da concretagem da grande viga, o registro de depoimentos com especialistas, a realização das edições, levou a equipe a uma prática de produção contínua, por quatro anos, que profissionalizou a todos. Se no início tínhamos um grupo heterogêneo, vindo de áreas diversas da Faculdade, ao final da série do MUBE, formávamos um grupo capacitado à produção de documentários.

Esse material também nos estimulou a abrir uma nova área em nossas atividades. Há algum tempo eu me preocupava com a pouca utilização dos vídeos que fazíamos. Apenas o professor interessado o exibia em suas aulas e o material não tinha nenhuma divulgação. A série de vídeos do MUBE não deveria ter o mesmo destino, não fazia sentido tanto trabalho para ficar restrito a 30 ou 40 alunos, uma vez por ano em uma sala de aula da FAU. Sem dúvida, o material era de interesse de outras escolas de arquitetura, de engenharia e procuramos uma estratégia de divulgação. Com o apoio do Instituto Cultural Itaú, preparamos o lançamento da série, enviando convites, comunicados à imprensa, especializada ou não, e, para nossa surpresa, na noite do evento, no Centro Cultural Itaú, conseguimos um público de umas 60 pessoas. A partir daí sistematizamos a divulgação à imprensa, a remessa de mala direta para nosso público alvo, produzimos um folheto com as sinopses dos programas, incluindo outros vídeos que já tínhamos, e iniciamos a venda do material. A idéia estava correta e a resposta ao nosso chamado não tardou, passamos a receber pedidos de fitas de vários estados brasileiros, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, etc. Aos poucos, o material foi se espalhando. Numa estimativa de venda, até hoje, de 500 fitas, e que esse material tenha sido assistido por, pelo menos, 100 alunos de escolas de arquitetura e de engenharia, resulta num público 50.000 pessoas. Isso é bastante significativo para a situação anterior, quando ficávamos restritos aos alunos da FAU.

A série de vídeos do MUBE havia sido produzida com os equipamentos U-Matic do Laboratório. Apesar da boa qualidade oferecida, era evidente a defasagem em relação às novas tecnologias. Os sistemas de edição em computador estavam se disseminando, as câmeras incorporaram o gravador num só corpo e, com uma aparelhagem obsoleta não teríamos como ampliar nossos recursos de tratamento de imagens. Até essa época, 1992, não dispúnhamos de gerador de caracteres nem de efeitos visuais, inventávamos alguma coisa com projeção de diapositivos, com maquetes, num autêntico exercício dos primórdios do cinema. Urgia uma renovação de recursos e sabíamos que isso não viria do orçamento da faculdade.

Naqueles anos, entre 1993 e 1997, o Laboratório continuou colaborando com a Profa. Sheila Ornstein em suas pesquisas na área de Avaliação Pós-Ocupação. Vinculando a produção de vídeos de divulgação científica ao projeto que a Profa. Sheila estava encaminhando à FAPESP (APO Escolas e Escritórios), e a outras linhas de apoio da FAPESP (Infra-estrutura geral e equipamentos multiusuários), o videoFAU obteve recursos para a compra de equipamentos e para a melhoria de suas instalações. Ainda segundo Bargmann, ... Com a aprovação desse projeto, coordenado pela Profa. Sheila Ornstein, adquirimos um sistema de edição, baseado em computador, que permite a montagem dos programas de forma não-linear, com recursos de letreiros, efeitos visuais e demos um salto tecnológico de, pelo menos, 10 anos (o que, nessa área de vídeo, é bastante significativo). A FAPESP revelou-se uma parceira receptiva à proposta de utilização de recursos de vídeo, integrados à metodologia das pesquisas, e novos projetos se seguiram. As solicitações baseavam-se em dois argumentos - primeiro, a necessidade de registro visual e sonoro dos objetos e/ou situações de estudo e do processamento dessas imagens para sobreposição ou justaposição de informações, através de legendas e outras artes gráficas; e, segundo, a elaboração de um programa, em videotape, que apresentasse a síntese dos resultados da pesquisa para finalidade de divulgação científica. Outro produto resultante desse trabalho, de valor documental considerável, é a formação de um arquivo de imagens, disponibilizado aos demais pesquisadores interessados, no acervo de vídeo do Laboratório. Utilizamos ainda, com a mesma estratégia de solicitação, o Programa de Apoio à Infra-estrutura da FAPESP, nos módulos equipamentos especiais multiusuários e de infraestrutura geral, obtendo recursos financeiros para continuar a atualização da tecnologia de áudio e vídeo e para a instalação de um novo espaço de trabalho com estúdio, salas de edição, computação gráfica, etc.

No decorrer dos anos 2002, 2003 e seguintes, com o aporte de novos recursos de pesquisas financiadas pela FAPESP e da renda gerada com a venda de cópias dos documentários produzidos, o videoFAU recebeu equipamentos da geração digital de formato DV e computadores apropriados para a edição não linear com programas atualizados na área da produção audiovisual, como o adobe première e o final cut.

Ao longo de todos esses anos, temos em nosso acervo e na videoteca da biblioteca mais de 32 documentários produzidos, com duração média de 26 minutos cada, que não só circulam na Universidade e em salas de aula, mas também em associações, centros culturais, congressos e no circuito de documentários existentes no país e fora dele.

Todos os vídeos são fundamentados em pesquisas de professores e alunos da FAUUSP. Como, por exemplo, os documentários:

Imagem: videofau
Imagens videofau

Taipa de mão, Casa de Caboclo, este vídeo tem origem na pesquisa sobre Arquitetura Vernacular O habitat caboclo do Vale do Ribeira: Cultura e Ambiente desenvolvida por Silvio Luiz Cordeiro, para a conclusão do curso de graduação, sob a coordenação do Prof. Dr. Carlos Zibel Costa. Em outubro de 1998 este documentário, recebeu prêmio de melhor vídeo universitário na II Mostra de Vídeo do Museu da Imagem e do Som - MIS e em setembro do mesmo ano, foi premiado com Menção Honrosa, no 11th International Housing and Planning Film/Video em Lisboa - Portugal.

Imagem: videofau
Imagens videofau

No Meio do Caminho é um documentário que aborda os problemas de acessibilidade no meio urbano de São Paulo, foi coordenado pela Prof.ª Dr.ª Sheila Walbe Ornstein. Neste vídeo acompanhamos o cotidiano de quatro pessoas com deficiência física moradores da cidade de São Paulo. No percurso vai se percebendo as barreiras e as dificuldades de locomoção que a cidade impõe às pessoas com necessidades especiais.

Imagem: videofau
Imagens videofau

Monte Verde, sob a coordenação de pesquisa da Prof.ª Dr.ª Maria Lúcia Refinetti Martins, lançado em 2005, mostra os problemas da ocupação urbana às margens do maior reservatório de água da zona Sul da cidade de São Paulo. Enfoca o impacto das ações humanas sobre o meio ambiente. Foi premiado no ano de 2006 em 2º. Lugar no 15th International Housing and Planning Film/Video - IFHP, Genebra, Suíça.

Estes dois documentários acima, fazem parte da série denominada Cidade e Cidadania, criada por Luiz Bargmann, que tem como diferencial partir da pesquisa proposta por um professor, ir para as ruas e encontrar personagens que desenvolvem o tema a partir de suas vivências, de suas necessidades e dificuldades.

Edifício COPAN, documentário resultante da pesquisa de mestrado de Walter Galvão, orientando da Prof.ª Dr.ª Sheila Walbe Ornstein, apresenta uma breve introdução da história do edifício, comentada pelo arquiteto Carlos Alberto Cerqueira Lemos. Expõe com fotos da época as etapas da construção e trás também depoimentos de moradores dos diversos tipos de apartamentos que existem no mais famoso edifício da capital paulista.

Cabe citar o apoio técnico dado a disciplinas da Graduação e da Pós, cujos professores propõem aos seus alunos a linguagem do vídeo dentre seus procedimentos. Há casos, como o de Paula Constante que realizou para seu Trabalho Final de Graduação, o vídeo Capacetes Coloridos, onde aborda os canteiros de obra e suas possíveis gestões: do mutirão auto gerido até os modos mais tradicionais. E mais, em seu segundo ano consecutivo o videoFAU realiza neste 2009, uma Mostra de Curtas da FAUUSP, durante a XIV Semana de Arte e Cultura de 19 a 27 de setembro.

Dada a qualidade, atualidade e interesse do teor abordado a TV USP, TV Cultura, mais outros veículos e Festivais, divulgam produtos realizados com o concurso do videoFAU que vem se especializando, desenvolvendo e divulgando os documentários com o intuito de tornar o conhecimento produzido nesta Faculdade acessível a toda sociedade e desta forma contemplando a base do tripé dado pelo Ensino, Pesquisa e Extensão.

Ao longo dos anos, nesta FAU-USP, são criados laboratórios voltados às especializações do olhar, cada um com os equipamentos próprios: foto, vídeo e agora o Multimeios, com a criação do Curso de Design.




Referências:

Netto, Domingos Luiz Bargmann: Dissertação de mestrado "Produção Audiovisual na Universidade de São Paulo, maio de 2000.

Catálogo produzido para a comemoração dos 10 anos da Exposição Amantes da Fotografia, 2008.